segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Na hora de comprar um computador.

Na hora de comprar um computador e bom pesquisar muito, mas um dos maiores problemas e que normalmente compramos primeiro o computador, e depois corremos atraz do prejuízo, no meu caso meus problemas começaram com o cooler do processador, o negocio era uma espécie de turbina, depois a fonte também fazia barulho, fui na loja reclamar, e alias esses barulhos são normais me dizeram(Normais o Caramba),esta bom naquela época nem entendia muito das coisas, depois de pesquisar na net fui descobrindo que tem meios de melhora o pc, comprei um cooler MasterCooler, apesar de não ser de cobre( que dissipa melhor o calor)ele e muito bom, o barulho e mínimo, também troquei a fonte(Codegen 550W). Na verdade nada saiu muito caro no extremo, o cooler custo uns 23Rs e a fonte foi algo mais do que isso. Se eu tive-se sabido disso antes.........o barulho estressa sabem......aff. Bom se alguém estiver afim de dar um upgrade(comprar peças para seu pc para melhora seu rendimento) no seu pc e bom pesquisar muito. Bom o que poderia dizer de maneira leiga e que os HD da Samsung são bons, e tenho boa referencia de pessoas que usam essa marca, me falaram que a memória RAM para que tem Windows Xp chega apenas a dois gigas de RAM, que independente de compra 4 gigas de RAM não vai dar certo, e preciso mudar para Windows Vista para ter os 4gigas funcionando, bom de maneira um tanto extremamente leiga eu transmite o que sabia, depois conto algo mais....bom tenha uma boa semana e tudo de bom.

domingo, 18 de janeiro de 2009

Biodiesel produto super ecológico..!!!??

Bom no outro dia estava passando por um posto de combustível, e la estava um banner falando do biodiesel, então me deixem pensar um pouco, eles desmatam mais ainda cultivam plantinhas que vão vira parte do biodiesel......então como fica coisa?? e tão ecológico assim???????? e só pensar um pouco...Brasil e um pais com uma produção agrícola muito grande, porem muito poucos se beneficiam com isso, porque se tudo fosse tão bom não teríamos tantos pobres e favelas gigantes, moro no paraná suposto super campeão em produção de soja, e da ai, o óleo não e mais barato por isso ,e o grão mesmo em um tanto quanto caro para fazer uma comida com soja...soluções: nas próximas eleições tentar pelo menos pesquisar os candidatos...pelo menos já e uma coisa........

Música do dia.....Limp Bizkit - My Way

Já faz um tempo que não escutava essa música, então com vocês Limp Bizkit, momento da saudade gente husahuhuashu, bom domingo para todo mundo.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

O gosto do mal e o mau gosto ......BBB 9???!! afff

Na sociedade tecnológica se desfaz a noção de espaço, pois, graças à rapidez das informações, o tempo real exerce tirania sobre o espaço real: o mundo está em cada local. Assumem relevo a imediatidade e a interatividade, em razão do que na civilização da pressa não há lugar para a meditação, para a vivência do hábito da leitura e da análise da realidade, para o aprofundamento de dúvidas existenciais.

O habitante do tempo, e não mais do espaço, vive o desenraizamento: está a todo o tempo em toda parte. Como destinatário de completas informações sobre o acontecido a cada instante, não mais se permitem ao homem o silêncio, o recolhimento, a reflexão, a intimidade. Na época do Orkut e do YouTube se torna público o privado e ocorre a rápida obsolescência do up to date. A sociedade torna-se histérica na busca incessante do novo que satisfaça, sôfrega na busca de emoções que não sejam virtuais por meios virtuais.

Dentro dessa atmosfera, as relações interpessoais fundam-se apenas na possibilidade de o outro satisfazer necessidades sensíveis. O outro se torna um objeto e logo cada qual vira também objeto do outro, com perda do recíproco respeito. Este quadro moral levou a duas situações dramáticas: o gosto do mal e o mau gosto.

O gosto do mal está espantosamente relatado no livro La Mort Spetacle - enquête sur l?horreur-realité, de Michela Marzano, ao mostrar a barbárie interior, consistente na busca crescente de registros na internet de filmes sobre sevícias, torturas e até assassinatos reais, efetivamente ocorridos, muitas vezes só para serem divulgados.

O horror vira espetáculo. Hoje se multiplicam as filmagens ou fotografias com celular de cenas de brutalidade contra as pessoas, para puro e simples divertimento. O enforcamento de Saddam Hussein, com o corpo balançando no vazio, correu a internet. Um site francês, "Vídeos de Decapitação", revela Marzano, instalou fórum de discussão acerca da decapitação de Nicholas Berg no Iraque. As reações dos internautas transitaram entre o fascínio e a indiferente discussão sobre a qualidade da filmagem. A tragédia do Iraque tornou-se distração.

Fora estas cenas tornadas públicas por "autoridades", difunde-se o happy slapping (tapa divertido), ou seja, a difusão de filmes e fotografias de agressões à integridade física ou sexual de alguém, em que o sofrimento vira fonte de entretenimento. Lembro, entre tantos relatos de Michela Marzano, a difusão em escola de cenas de violação de uma colegial por diversos colegas, em Nice, em abril de 2007. A violência contra o outro se transmuda em divertimento compartilhado, pelo celular e pela internet.

De outra parte, os meios de comunicação, na busca desenfreada de audiência, recorrem a programações que satisfaçam mais facilmente os instintos do telespectador. Os índices de audiência passam a ser a régua pela qual se faz o juízo positivo ou negativo de um programa televisivo. Rompem-se, na conquista de índices de popularidade, as fronteiras éticas.

Programas como o Big Brother indicam a completa perda do pudor, ausência de noção do que cabe permanecer entre quatro paredes. Desfaz-se a diferença entre o que deve ser exibido e o que deve ser ocultado. Assim, expõe-se ao grande público a realidade íntima das pessoas por meios virtuais, com absoluto desvelamento das zonas de exclusividade. A privacidade passa a ser vivida no espaço público.

O Big Brother Brasil, a Baixaria Brega do Brasil, faz de todos os telespectadores voyeurs de cenas protagonizadas na realidade de uma casa ocupada por pessoas que expõem publicamente suas zonas de vida mais íntima, em busca de dinheiro e sucesso. Tentei acompanhar o programa. Suportei apenas dez minutos: o suficiente para notar que estes violadores da própria privacidade falam em péssimo português obviedades com pretenso ar pascaliano, com jeito ansioso de serem engraçadamente profundos.

Mas o público concede elevadas audiências de 35 pontos e aciona, mediante pagamento da ligação, 18 milhões de telefonemas para participar do chamado "paredão", quando um dos protagonistas há de ser eliminado. Por sites da internet se pode saber do dia-a-dia desse reino do despudor e do mau gosto. As moças ensinam a dança do bumbum para cima. As festas abrem espaço para a sacanagem geral. Uma das moças no baile funk bebe sem parar. Embriagada, levanta a blusa, a mostrar os seios. Depois, no banheiro, se põe a fazer depilação. Uma das participantes acorda com sangue nos lençóis, a revelar ter tido menstruação durante a noite. Outra convivente resiste a uma conquista, mas depois de assediada cede ao cerco com cinematográfico beijo no insistente conquistador, que em seguida ridiculamente chora por ter traído a namorada à vista de todo o Brasil. A moça assediada, no entanto, diz que o beijo superou as expectativas. É possível conjunto mais significativo de vulgaridade chocante?

Instala-se o império do mau gosto. O programa gera a perda do respeito de si mesmo por parte dos protagonistas, prometendo-lhes sucesso ao custo da violação consentida da intimidade. Mas o pior: estimula o telespectador a se divertir com a baixeza e a intimidade alheia. O Big Brother explora os maus instintos ao promover o exemplo de bebedeiras, de erotismo tosco e ilimitado, de burrice continuada, num festival de elevada deselegância.

O gosto do mal e o mau gosto são igualmente sinais dos tempos, caracterizados pela decomposição dos valores da pessoa humana, portadora de dignidade só realizável se fixados limites intransponíveis de respeito a si própria e ao próximo, de preservação da privacidade e de vivência da solidariedade na comunhão social. O grande desafio de hoje é de ordem ética: construir uma vida em que o outro não valha apenas por satisfazer necessidades sensíveis.

Proletários do espírito, uni-vos, para se libertarem dos grilhões da mundialização, que plastifica as consciências.

Miguel Reale Júnior, advogado, professor-titular da Faculdade de Direito da USP, membro da Academia Paulista de Letras, foi ministro da Justiça

A inspiração dos desenhistas japoneses...Tommy Heavenly6-2befree

Este vídeo possui uma música que particularmente gosto, mais vem com um detalhe interessante nas imagens, para os fãs de desenhos animados japoneses vai ser show, já que os desenhistas nipônicos realmente demonstram que sua inspiração vem da sua terra, show de vídeo, eu gostei, espero que vocês também....

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Música do Dia ....a-ha - Take On Me

Para animar o dia.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

1 post de 2009

Leitura de começo de ano retirado do blog do Sedentario & Hiperativo
quer saber porque não tem dinheiro para educação ????então leia atentamente!!!
http://www.sedentario.org/colunas/teoria-da-conspiracao/candidata-a-presidente-e-seu-curriculo-resumido-9706#more-9706